quinta-feira, 29 de novembro de 2012
É BOM SABER: Os egípcios antigos, se comparados ao mundo cristão, apresentavam uma perspectiva totalmente diferente em relação a utilidade do corpo após a morte, pois para os egípcios o corpo deveria estar preparado para o retorno da alma, portanto deveria ser minuciosamente conservado através do processo de mumificação que envolvia varias técnicas cirúrgicas e um detalhado sistema de embalsamamento.O corpo era colocado em cima de uma balsa e conduzido por toda extremidade do Rio Nilo ate a tenda do embalsamador que usando uma mascara de chacal que simbolizava o Deus da mumificação Anúbis,realizava a mumificação do corpo que variava de acordo com as condições econômicas e importância do individuo, quanto mais rica era a pessoa mais requintes eram aplicados na mumificação do seu corpo.No Egito acreditava-se que após a morte a alma passava por um julgamento no tribunal de Osíris,onde 42 Deuses ficavam diante de 42 portas e faziam o julgamento das almas.O ultimo teste que a alma passava era a pesagem do coração feito pela deusa da justiça chamada de Maat que colocava na balança o coração do morto fazendo contra-peso com a pena da justiça, se o coração estivesse no mesmo peso que a pena a alma então poderia entrar no paraíso.As múmias são excelentes fontes históricas, pois a partir da analise das múmias os egiptólogos descobriram muitos detalhes sobre a vida dessa civilização tão enigmática.O estudo das múmias acabou nos revelando que muitas doenças que vitimavam homens, mulheres e crianças no antigo Egito eram proporcionadas pela ingestão da água e de alimentos provenientes do Nilo.
terça-feira, 20 de novembro de 2012
É BOM SABER: Palmares não era apenas um, mas sim vários quilombos, unidos por uma rede de trilhas na mata. No quilombo do Macaco, como também era conhecido Palmares, contava com cerca de 20.000 habitantes e lá viveram o rei Ganga Zumba e seu sobrinho Zumbi. O quilombo ergueu-se em 1597, tendo sido destruído quase um século mais tarde (1695) pelo bandeirante paulista Domingos Jorge Velho. Sua localização era a Serra da Barriga (interior de Alagoas), com uma área de influencia bem mais extensa. Negros de todas as raças, mais também índios e até brancos foras-da-lei compunham Palmares. Contudo, é valido fazermos uma reflexão critica sobre a simbologia palmarina marcada pela História tradicional, pois a ideia de Palmares como símbolo de luta e resistência à escravidão acaba criando uma cortina de fumaça que nos direciona para o perigoso determinismo histórico. É certo que Zumbi lutava contra a escravidão, mas a pergunta é: lutava contra a escravidão de quem? Sem duvida as sangrentas batalhas que Zumbi travou durante a existência de Palmares foi para defender da escravidão a si e ao seu grupo, sendo que como já foi dito anteriormente, a África era palco de muitos conflitos étnicos, onde os próprios africanos se escravizavam e não foram raros os momentos que esses conflitos atravessavam o Atlântico e fizeram-se presentes no Brasil. Além disso, pesquisas recentes nos revelam que dentro de Palmares possivelmente teria existido escravos.
Desta forma, é importante revermos
alguns conceitos e repensarmos se a imagem de Zumbi de Palmares realmente é
adequada para representar a luta contra o preconceito e a escravidão na
totalidade da palavra, pois todos sabem que a partir de 1995 atribuiu-se a data
de 20 de novembro (morte de zumbi) como comemoração do dia da consciência
negra.
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
É BOM SABER:Estamos entrando na semana da pátria e certamente e de fundamental importância que tenhamos um conhecimento aprofundado sobre a independência do nosso país e a verdadeira atuação do príncipe D.Pedro nesse processo.A independência do Brasil ocorreu de forma compatibilizada , pois no final do século XVIII o Brasil fazia parte do vasto império Português, sendo uma colônia composta por varias províncias que apresentavam autonomia entre si, não havendo ainda a consolidação de um sentimento de nacionalidade no pais. O Rio de Janeiro foi a primeira província a dar o grito de independência com o então Príncipe Regente D.Pedro.Posteriormente as outras províncias foram aderindo ao processo de independência que se desenrolava, sendo o Grão Pára a ultima província a aderir ao projeto independentista. A figura do príncipe regente D. Pedro foi de grande importância para consolidação da ruptura política com a Metrópole Lusitana,entretanto não podemos esquecer que nossa independência, apesar de ter sido articulada sobre o sigma do liberalismo,apresentou um caráter acentuadamente conservador,pois não apresentou grandes mudanças na estrutura sócio-econômica, pois o Brasil mesmo conseguindo sua libertação diante da coroa portuguesa continuou mantendo uma estrutura agro-exportadora e escravocrata.Desta forma,O 7 de setembro deve ser visto como o dia em que um príncipe lusitano conduziu um movimento que levou a manutenção dos privilégios e interesses de uma minoria,pois nossa independência foi feita por uma elite comercial e agraria que excluiu o povo.
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
É BOM SABER:Percebemos que na maior parte da América latina o Marxismo chegou via revolução soviética,pois a partir de 1920 foram vários os partidos que surgiram antenados com o movimento comunista internacional.Na América latina a revolução era prevista para duas etapas.A primeira ocorreria sobre a liderança da burguesia nacional que teria como função agrupar o povo, os camponeses e operários, camadas medias da população,pequena burguesia na luta contra o latifúndio e o capital internacional que seriam os entraves para o desenvolvimento político, econômico e social da América latina.A segunda etapa viria com a vitória da revolução democrática burguesa que criaria a partir dai as condições necessárias e objetivas para que o proletariado assumisse a direção do movimento e iniciasse a construção do comunismo. Embora essa proposta de revolução latino-americana em duas etapas fosse atraente ,sedutora e ate inovadora em relação as referencias marxistas,acabava não sendo coerente sua aplicação em um mundo colonial dependente.Isso se explica pelas próprias circunstancias politicas, econômicas e sociais da América -latina,pois a burguesia não assumiu o papel revolucionário que a história lhe deixou,não mostrando simpatia pelas politicas reformadoras do projeto Marxista e mostrando-se sempre atrelada as forças do atraso representadas pelo capital internacional e o grande latifúndio.Estas contradições no projeto Marxista latino Americano acabaram inviabilizando o processo revolucionário e evidenciando uma grande lacuna entre teoria e pratica.Desta forma,a trajetória revolucionaria na América-latina foi árdua e dolorosa,onde a desconecção entre teoria e pratica tornava os revolucionários comunistas pregadores no deserto,como se a revolução socialista não tivesse chance nesse continente que geopoliticamente enfrentava um outro grande problema que seria a proximidade com os E.U.A,pois o grande estado do norte não permitiria nenhuma revolução em seu quintal
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
E BOM SABER:No
Grão-Pará, a proclamação do constitucionalismo monárquico português e a
instalação das cortes gerais da nação portuguesa, que passaram a exigir o
retorno de D. João a Portugal representavam o fim de um longo período de
isolamento político e econômico, pois a transferência da família real para o
Brasil e a conseqüente instalação da sede do governo do Rio de Janeiro
praticamente isolou a região do Grão-Pará prejudicando a elite paraense. Por
isso surgia uma necessidade de levá-la rapidamente a aderir ao movimento
ocorrido em Portugal já que isso significaria o restabelecimento dos vínculos
políticos e econômicos com a metrópole, e o fim dos problemas enfrentados
devido a dificuldade de comunicação com o Rio de Janeiro,oque deixava a elite paraense cada vez mais isolada do cenário politico e econômico do pais tendo sérios prejuízos,sendo que o Pará sempre manteve muito mais relações econômicas com lisboa do que com o rio de janeiro
Todavia a revolução do Porto de
1820(vintismo) assumiu um caráter contraditório para os proprietários e negociantes do
Grão-Pará, sendo que ao mesmo tempo que abria grande possibilidade para o
reaquecimento dos seus negócios, pois o retorno de Lisboa à condição de sede do
reino português, significaria sinais de bons tempos de prosperidade, representava
a derrubada do absolutismo em Portugal e o não reconhecimento da autoridade de
D. João VI, cujo o governo continuava instalado no Rio de Janeiro. Assim a
adesão ao constitucionalismo português pela província do Grão-Pará se
constituiria em um ato revolucionário aos olhos do monarca, num crime de lesa
majestade, passível de severa punição,por isso as reuniões dos simpatizantes do vintismo lusitano eram feitas secretamente devido o medo da punição pelo crime de lesa-majestade.Desta forma,as agitações politicas geradas pelo movimento vintista em Portugal levaram a aceleração do processo de adesão do Pará a independência do Brasil. Em
meio a tensão política que tomava conta da província do Grão-Pará, ancorou na
Baia do Guajará, no dia 10 de agosto de 1823 o Brigue de Guerra “Maranhão” sob
o comando do capitão inglês John Pascoe Grenfell, que havia a incumbência de
lorde Cochrane de promover a adesão do Pará ao império de D. Pedro I, sediado
no Rio de Janeiro.
Grenfell ao aportar em Belém
anunciou que a quase um ano D. Pedro I proclamava a independência do Brasil com
o apoio da Inglaterra e não esperava nenhuma oposição do Pará.
O Capitão inglês desembarcou em Belém sabendo que parte da elite do
Grão-Pará era hostil à idéia de se separar de Portugal, por isso Grenfell
trazia ordens de afrontar o governo paraense, inclusive com a ameaça de
bloqueio naval e bombardeios da cidade.
Desta forma John Grenfell
aplicou o já conhecido “Golpe da Esquadra”, que tratava-se de um
blefe militar, através do qual garantia-se a existência de uma grande frota
inglesa armada, com todos os aparelhos bélicos, destinada a forçar a submissão
das províncias que não quisessem aderir a independência.
Essa fictícia frota militar
estaria nas proximidades da província aguardando apenas um sinal do Capitão
Grenfell.
Desta forma no dia 11 de agosto
de 1823 Dom Romualdo, que estava eventualmente no poder promoveu uma grande
reunião no conselho com as pessoas mais importantes da terra, que após algumas
horas deliberando sobre o assunto decidiram aderir a independência do Brasil,
fato que foi oficializado no dia 15 de agosto de 1823.Entretanto algumas pesquisas recentes questionam que a data da adesão não teria sido oficializada no dia 15 e sim no dia 16 de agosto
terça-feira, 14 de agosto de 2012
E BOM SABER: A primeira característica marcante que devemos perceber em relação ao tempo na Europa medieval e que ele apresentou um caráter continuo e linear diferindo da noção de tempo na antiguidade ,onde o tempo se apresentou de forma cíclica.Para os homens na idade media o tempo pertence a Deus ,portanto apresenta um caráter sagrado não podendo o homem tirar proveito dele.A fundação da cronologia cristã se da no seculo VI através de Dionísio,o pequeno,que passa a ter como ponto de referencia o nascimento de cristo ,ou seja,os acontecimentos passam a ser divididos em antes e depois de cristo.Entretanto,não havia na idade media uma cronologia unificada e sim uma grande multiplicidade de tempos que funcionavam a partir de diferentes necessidades e normas.Os instrumentos de medição do tempo estavam ligados aos caprichos da natureza:O sol ,as nuvens,o céu e o gelo.No medievo o ano começava em diferentes momentos,oque nos leva a crer na existência de vários estilo cronológicos.É bom notarmos que durante muito tempo a metrologia foi utilizada pela elite para impor seu poder na sociedade,pois a massa não possuía o seu tempo estando obrigada a obedecer o tempo imposto pelo toque dos sinos e trombetas controladas pelos grupos superiores.Na Europa medieval existia uma grande variedade de tempos,como o" tempo rural"que era o mais significativos de todos.Prevalecia um tempo agrícola,em uma sociedade onde a terra era essencial para qualquer grupo social.O tempo rural caracterizava-se pela espera e paciência dependendo do ritmo da natureza.De acordo com o tempo rural os meses eram marcados por atividades do campo como:O corte das arvores,a engorda do gado a matança dos porcos. Também existia o" tempo senhorial"que apresentou um caráter militar,pois estava ligado aos combates,serviços militares prestado pelos vassalos e reuniões dos cavaleiros.O "tempo clerical"estava diretamente ligado ao fato da igreja exercer o controle e a medição do tempo e o ano na Europa ser essencialmente litúrgico,ou seja,cheio de momentos ligados a acontecimentos da historia de cristo e dos próprios santos.As festas dos santos serviam de referencia para o pagamento das rendas agrícolas e para o feriado de artesãos e trabalhadores em geral.Toda via,o tempo passou por transformações a partir da segunda metade do seculo XIV ocorrendo a laicização do tempo,pois passa a surgir os relógios das torres para a orientação do tempo em detrimento dos sinos das catedrais controlados pela igreja.Esta laicização do tempo esta diretamente relacionado ao processo de transformações na ordem feudal que já se arrastava desde o seculo XI com o crescimento urbano-mercantil ,fortalecimento da burguesia e o desenvolvimento das corporações de oficio.Essas transformações criaram a necessidade de medir o tempo com maior precisão para ter um controle maior sobre o trabalho,produção e as operações comerciais.Desta forma,o progresso técnico consequência da evolução dos estudos e da ciência permitiu o surgimento dos relógios modernos que desestruturaram os tempos tradicionais e os unificaram para atender a necessidade de uma sociedade que passava por profundas transformações
terça-feira, 7 de agosto de 2012
É BOM SABER:O primeiro concílio de Niceia foi convocado no ano de 325d.c pelo imperador Constantino que reuniu a alta cúpula do catolicismo com o intuito de promover uma unidade doutrinaria para a igreja católica,pois existia varias divisões internas no cristianismo que poderiam afetar o poder do imperador.O principal ponto discutido em Niceia girou em torno da verdadeira essência de Deus que passou a ser representado pela Trindade(pai,filho e espirito santo),oque contraria as palavras de cristo no novo testamento que diz"eu(Jesus)e o pai somos um só".A igreja recebeu muitas criticas devido a elaboração desta nova concepção sobre Deus,a maior delas vinha dos chamados livros"Apócrifos"que não concordavam com a trindade e diziam que Deus era representado por pai e filho unicamente dando origem as" heresias antitrinitárias" que foram bastante perseguidas pela igreja no florescer do cristianismo.Para alguns teólogos medievais a trindade representava tês caminhos que levariam a um único destino ,o da evolução espiritual,pois o pai representava a memória,o filho a razão e o espirito santo o amor que seriam as tês coisas essenciais para a alma humana.Entretanto,na idade media houve uma preocupação muito grande por parte da igreja de fazer uma conciliação,ou seja, manter a visão espiritual de Deus sem se chocar com a visão corporal , física e material que pairava na mente das massas para quem Deus era representado concretamente
segunda-feira, 4 de junho de 2012
É BOM SABER:Da perspectiva dos senhores de escravos, havia
apenas um papel apropriado para os cativos: realizar todas as atividades
manuais e servir de bestas de carga. Eles eram não somente as maquinas e
“cavalos” da capital comercial – burocrática, mas também a fonte da riqueza e
do capital de seus donos. Todos tentavam investir em pelo menos um escravo que
forneceria suporte financeiro e mão de obra. Os ricos acumulavam tantos “homens
- maquinas” quanto possível e punham-nos a trabalhar em diversas profissões. O
papel do cativo no ambiente urbano merece um exame detalhado.
Em
geral, os escravos eram forçados a labutar na agricultura e em atividades de
subsistência, transporte, manufatura, pedreiras, obras publicas, vendas e
serviços e administração. A maioria deles, evidentemente, era empregada em
atividades braçais, desprezadas pelos seus senhores. Em cada setor da economia,
as ocupações braçais sem especialização ou semi-especializadas eram exercidas
pela maioria. Mas a variedade de ocupações braçais especializadas abertas então
aos escravos é peculiar ao período, é uma minoria deles ocupava posições de
responsabilidades em artes e ofícios, ao mesmo tempo em que alguns exerciam
cargos de supervisores, capatazes e feitores. Alguns escravos tinham até
propriedades, inclusive outros escravos. Porém, esta classificação é imposta
sobre as fontes, pois os senhores nem sempre mantinham uma divisão rígida do
trabalho, uma vez que esperavam que seus escravos de ambos os sexos fossem
versados em tantas e tantas funções quantas lhes fossem exigidas. Assim uma
escrava podia fazer serviço domestico, vender comidas e bebidas nas ruas e costurar.
Os
escravos também eram úteis aos senhores porque exerciam muitas funções além de
trabalhar. Nas manhas de domingo ou nos passeios de fim de tarde, por exemplo,
os donos faziam-nos desfilar pelas ruas da cidade para exibir sua posição
social e riqueza. Se um senhor precisasse tomar emprestado dinheiro, os
escravos serviriam de garantia; podiam ser vendidos a fim de pagar dividas ou
levantar capital para outros investimentos. Quando a filha do senhor casava,
eles podiam servir de dote e ir trabalhar para ela em sua nova casa. Em
ocasiões especiais, eram dados de presente para amigos ou parentes do dono , ou
a instituições de caridade. Também ganhavam dinheiro para ele, que as vezes os
alugavam. Com freqüência, os senhores viviam dos proventos de seus escravos ou
faziam-nos trabalhar de “Negros de ganho”, recebendo uma parte do que eles
obtinham.
Além
disso, as escravas tinham, as vezes, de servir de parceiras sexuais de seus
senhores, na qualidade de concubinas, amantes ou companheiras.
Do seu ponto de
vista, os senhores de escravos haviam desenvolvido um sistema ideal, no qual,
em troca de um mínimo de roupas, alimentos e abrigo, seus cativos lhes
proporcionavam benéficos incalculáveis. O preço do privilegio de possuir
escravos, está claro, era pago pelos próprios escravos, com trabalho
debilitador e morte prematura
segunda-feira, 21 de maio de 2012
É BOM SABER:O
mito apresenta, portanto, uma lógica clara e coordenada para tentar compreender
as relações das forças poderosas que se defrontam entre Céu e Terra, incidindo,
com sua manifestação também na imensidade das águas marítimas; as forças dos
astros que se refletem no solo terrestre, na superfície dos mares e produzem os
fenômenos metereológicos, com os quais tem intima conexão fatos, acontecimentos
e atividades que dizem respeito a existência de todos os seres animados e, de
forma especial, ao homem.
Para os gregos antigos, os
fenômenos físicos e de ordem atmosférica, foram origem de espanto, temor e
curiosidade. Esses povos, indistintamente, procuraram uma explicação para tais
fenômenos e a primeira que formularam é de caráter mitológico. Clima, chuva,
estiagem, semeadura, colheita, fertilidade, nascimento, estações, crescimento,
reprodução, navegação são fatos práticos que, aos olhos de qualquer pessoa, até
a mais simples e menos avisada, apresentam-se em direta conexão com as
variações atmosféricas, com o movimento dos astros, a posição das constelações,
a passagem de um cometa. Para uma mente não iniciada na indagação cientifica e
racional, isso só pode parecer obra de forças não terrenas, ou de seres que
presidem, com sua vontade, a todos os acontecimentos – variáveis e, ao mesmo
tempo, que sempre se repetem – determinadores do ambiente natural e físico no
qual se engendram a vida e os meios de sua conservação.
O Titã Atlas é, pois, o elemento
que a imaginação ingênua criou para conjugar, unir e relacionar o complexo
universo dos astros que se encontrão acima da terra e do mar, lugares com que o
homem está em contato direto, a importância das estrelas para a navegação é
recordada freqüentemente pelos poetas e pelos escritores. A literatura grega
fornece contínuos exemplos da intima ligação entre a agricultura e o ciclos dos
fenômenos atmosféricos e astronômicos. Hesildo, em seu poema” Os trabalhos e
os dias” constantemente aconselha os agricultores sobre os períodos
favoráveis a semeadura, as colheitas, a vindima. Baseia-se, para tanto, na
posição de determinadas constelações, depois do por do sol ou antes do
surgimento da primeira luz do dia. De outro lado, o camponês e o pastor, por
sua própria experiência, sabiam “Prever” as épocas de enchentes e secas, de
chuvas ou estiagens, olhando para o auto e observando a “Cor”, o tamanho, a
inclinação de um planeta ou de um astro. Assim também o pescador e o navegador
podiam organizar os seus trabalhos.
quarta-feira, 9 de maio de 2012
É BOM SABER:ETIMOLOGICAMENTE FALANDO A PALAVRA ANTROPOFAGIA E DE ORIGEM GREGA E TEM POR SIGNIFICADO(ANTHROPOS 'HOMEM' PHAGEIN 'COMER")E NÃO DEVE SER VINCULADA A UMA NECESSIDADE FISIOLÓGICA ALIMENTAR,POIS ESTE TERMO RELACIONADO A QUESTÃO INDIGENA ESTAVA REPLETO DE SIMBOLOGIAS LIGADAS A NATUREZA,GUERRA E ATE MESMO AS RELAÇÕES DE PODER ENTRE OS ÍNDIOS.COSTUMEIRAMENTE,DEPENDENDO DO CONTEXTO, OS ESTUDIOSOS VEM USANDO A PALAVRA CANIBALISMO E ANTROPOFAGIA INDISTINTAMENTE.A ANTROPOFAGIA AQUECIA OS CONFLITOS TRIBAIS,POIS SEMPRE EXISTIA UMA TRIBO INDÍGENA QUERENDO SE VINGAR DE OUTRA PELA MORTE DE UM PARENTE CONFIGURANDO RELAÇÕES DE INIMIZADE E AO MESMO TEMPO DE AMIZADE SENDO QUE ERA COSTUME AS AUTORIDADES DE OUTRAS TRIBOS SEREM CONVIDADAS PARA PARTICIPAR DO"FESTIM CANIBAL",MOMENTO EM QUE FIRMAVA-SE LAÇOS GUERREIROS.A ANTROPOFAGIA TAMBÉM ESTA RELACIONADA COM AS RELAÇÕES DE PODER,VISTO QUE O ÍNDIO QUE EXECUTAVA O CATIVO GANHAVA GRANDE PRESTÍGIO DENTRO DA TRIBO PODENDO UM DIA SE TORNAR O CACIQUE,JÁ QUE O PODER NA TRIBO ERA DETERMINADO PELAS QUALIDADES E NÃO PELO NASCIMENTO.ENTRETANTO,E BOM LEMBRAR QUE OS PORTUGUESES SE DEPARARAM COM UMA GRANDE DIVERSIDADE DE TRIBOS ESPALHADAS PELO LITORAL,ONDE NEM TODAS CONHECIAM A AGRICULTURA,APRESENTAVAM COMPORTAMENTO NÔMADE OU MESMO PRATICAVAM A ANTROPOFAGIA
terça-feira, 1 de maio de 2012
É BOM SABER:Ao longo do processo histórico a visão sobre o trabalho foi reconstruída varias vezes pelas mais variadas sociedades.Etimologicamente a palavra trabalho deriva do latim "tripalium"(tês paus)denominação dada a um instrumento de tortura muito utilizado na antiguidade para torturar os escravos e todos que não conseguiam pagar seus impostos.A partir dai,o ato de trabalhar passou a ser ligado ao sofrimento e a algo depreciativo,pois na antiguidade clássica,principalmente para a civilização greco-romana,o ócio era de fundamental importância para o exercício da cidadania ficando o trabalho destinado aos escravos.Na idade media a palavra trabalho continuou de alguma forma relacionada a sofrimento e castigo,pois durante boa parte do medievo prevaleceu o entendimento da sociedade baseado nas sagradas escrituras(Bíblia),onde a igreja pregava que Adão e Eva foram castigados por deus pela sua desobediência.Para Eva foi determinado sofrer com a dor do parto,ou seja,o sofrimento para realizar o "trabalho de parto".Para Adão Deus determinou "ganhar o pão com o suor do seu trabalho",ou seja,o homem para se sustentar deveria sofrer com o trabalho diário.Foi apenas na modernidade com a explosão dos movimentos protestantes em toda a Europa(séc. XVI)que a visão sobre o trabalho começou a ganhar uma carga positiva,principalmente com o desenvolvimento da ética Calvinista que passa a considerar o trabalho não como punição,mas como oferendo, agrado e ate mesmo como sinais da predestinação divina ao reino doe céus,pois segundo os Calvinistas"Deus se agrada do homem trabalhador!","O homem que trabalha e lucra e bem visto aos olhos de Deus".Já na era contemporânea,sobre tudo a partir da segunda revolução industrial (sec XIX),percebemos que as mudanças no sistema produtivo causaram significativas alterações na mentalidade sobre o trabalho,pois nesse momento os valores da burguesia capitalista finalmente se consolidaram por completo e a evolução no sistema de transporte e comunicação e fontes de energia, levaram o trabalho a se tornar algo indispensável ligando o ato de trabalhar a própria dignidade humana,contribuindo para o surgimento de expressões tipicas da sociedade burguesa capitalista como"o trabalho dignifica o homem",ou seja,de acordo com a sociedade burguesa que se consolidou ser trabalhador e ser digno.A maior prova dessa nova visão sobre o trabalho e que hoje um dos documentos principais que o cidadão deve possuir e a carteira de trabalho e hoje estamos comemorando o dia do trabalho.
sábado, 28 de abril de 2012
É BOM SABER: NA segunda metade do século XIX a Amazônia viveu oque Historicamente ficou conhecido como"período da borracha".Neste momento a atividade gomífera desenvolveu-se acentuadamente,oque colocou a nossa região no centro dos Holofotes da economia mundial,pois a borracha passou a ser um produto extremamente consumido na Europa e nos Estados Unidos chegando em alguns momentos a ultrapassar a comercialização do café que era o principal alicerce de nossa economia no século XIX.O desenvolvimento da industria de calçados e principalmente a industria automobilística na Europa deu grande impulso para atividade seringalista na Amazônia.A necessidade de atender a demanda do crescente mercado externo teve como principal consequência a surgimento de uma "Elite da Borracha"e a configuração de uma sociedade intimamente ligada aos padrões arquitetônicos e principalmente a etiqueta e aos valores europeus,iniciando oque ficou conhecido como Belle Epoque.Este momento histórico foi marcado por um acentuado processo de higienização,urbanização,modernização e europeização nos principais centros da Amazônia.Em Belém ocorreu a construção de muitos monumentos,palacetes,praças, igrejas e teatros com profundas características da arquitetura europeia.Foi imposto a sociedade um rígido código de posturas,sendo proibido os banhos públicos em chafarizes,jogar lixo na rua,andar de peças intimas,mesmo que fosse dentro de casa,e ate mesmo falar alto em alguns lugares.A elite da borracha tentava a todo momento pensar,agir,vestir e se portar como os europeus,sobre tudo como os franceses,pois Belém já era chamada de "Francesinha da Amazônia".Mas foi durante as realizações do intendente Antonio Lemos(1897-1910)que a Belle Epoque atingiu seu esplendor,pois a preocupação em deixar Belém parecida com as cidades europeias levou este governante a aplicar uma acelerada politica de Higienização com a construção do primeiro forno crematório da America latina,onde deveria ser queimado todo lixo encontrado e ate mesmo animais que morriam pelas ruas consolidando o projeto de saneamento Lemista e dando origem ao conhecido bairro da Cremação em Bélem
segunda-feira, 23 de abril de 2012
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sábado, 21 de abril de 2012
É BOM SABER:É de fundamental relevância compreendermos inicialmente que na sociedade
que se configurou durante a Alemanha Nazista os papéis de
homens,crianças,políticos,militares e mulheres eram acantuadamende
demarcados.Neste momento histórico as mulheres alemãs estavam bastante
ligadas a um sentimento moral,pois no Ideário Nazista a família tinha
uma importância significativa para o desenvolvimento do espírito
patriótico e consequêntemente para a formação de homens que dariam a
propria vida pela sua pátria.A princípio as mulheres alemãs foram
afastadas da esféra publica não podendo ocupar cargos administrativos de
grande influência dentro do partido Nazista,pois as funções destas
mulheres deveriam ser voltadas para a reprodução da raça Ariana e
principalmente para a constituição de uma família totalmente articulada
com os moldes do partido.No campo profissional as mulheres alemãs
poderiam no maxino exercer algumas profissões essencialmente femininas
como enfermeiras,professoras e até parteiras.Entretanto,não podemos
esquecer que mesmo estas mulheres sendo tolidas de certas
atividades,tinham uma grande importância para o projéto nazista devido o
seu"valioso potencial genético",eram as mães de uma "elite racial" que
gozavam de muitas regalias como ter a seu dispor as maternidades mais
desenvolvidas e bem equipadas de toda a Europa.Na Alemanha,a partir de
1930 foram instituidas campanhas de estimulo a natalidade sob os olhos
atentos do estado nazista que através de uma fiscalização minuciosa
preocupava-se bastante em evitar o nascimento de crianças invalidas.Em
1935 os Nazistas instituiram o aborto compulsório para uma parcela das
mulheres que viviam na alemanha e eram consideradas inferiores ou
invalidas,as mulheres que eram vistas como boas reprodudoras eram
proibidas de fazerem abortos,esterelização ou utilizar qualquer tipo de
contraceptivos tendo que procriar em nome da "pureza da raça".Somente no
final de 1939 com o inicio da segunda guerra mundial o papel da mulher
alemã foi reavaliado,pois as mulheres começaram a ganhar uma grande
importância no mercado de trabalho,saindo da esféra domestica e passando
para esféra publica realizando atividades que antes da guerrra eram de
cunho exclusivamente masculino.É bom lembrar, que esta mudança na
importância da mulher alemã só ocorreu devido o grande crescimento do
parque industrial alemão,sobre tudo na industria bélica e tambem pelo
fato de grande parte dos homens terem sido convocados para lutar pela
alemanha de Hitler,oque gerou uma grande necessidade de mão-de-obra e finalmente uma atuação mais efetiva das mulheres.Desta forma,não podemos avaliar a atuação das
mulheres da Alemanha Nazista como meras espectadoras,pois sua situação
foi se alterando gradativamente com o caminhar da guerra,onde muitas
foram fundamentais para o processo de Nazificação da Alemanha
participando voluntariamente dos projetos Nazistas ou até mesmo como
observadoras atentas que muitas vezes poderiam denunciar seus próprios
maridos e filhos por traição ao regime.
domingo, 15 de abril de 2012
É BOM SABER: primeiramente devemos entender que a conquista e dominação da amazônia foi um processo lento e gradual que envolveu varios povos europeus.Segundo os principais pesquisadores que abordam esta temática o inicio na exploração na região amazônica teria começado no final do século XV com um navegador espanhol chamado Vicente Pison que navegando pelo rio Amazonas logo tratou de batizar a região com o nome de"Santa Maria de la Mar Dulce"devido a doçura das aguas que tinha.logo em seguida outro navegador chamado Diego de Lepe também a serviço da coroa espanhola cortava o rio amazonas em busca de riquezas.Percebemos que a Espanha foi pioneira nesse processo exploratório devido as determinações do Tratado de Tordesilhas(1494) que dava direito aos espanhois sobre boa parte da Amazônia,oque não foi suficiente para que a dita região fosse constantemente visitada por Portugueses,Holandeses,Ingleses e Franceses.Durante o século XVI os Espanhois continuaram suas expedições,desta vez comandadas por Gonçalo Pizaaro e Francisco Orellana que saindo de Quito,importante cidade do imperio espanhol,navegaram pelo amazonas chegando ate o oceano atlântico.Esta expedição pela primeira vez deu uma noção mais precisa sobre a extensão do Rio Amzonas.O grande interesse da coroa espanhola nessas expedições era justificada não apenas pelo desejo de encontrar riquezas na região,mas támbem por uma questão estratégica sendo que a Amazônia além de dar acesso ao oceano Atlântico támbem era caminho para a região de Potosi,onde ficavam as ricas minas de prata na região andina.A conquista definitiva da região Amazônica só foi possivel no final do século XVI com a união iberica(1580-1640)momento em que ocorreu a unificação da coroa espanhola e lusitana,oque proporcionou aos Portugueses a oportunidade de trânsitar livremente por toda amazônia,ja que agora Espanha e Portugal representavam uma unica nãção.Os lusitanos passaram a promover a defesa e ocupação da Amazônia a serviça da Espanha.Quando portugal recuperou sua autonomia em relação a coroa espanhola,o conquista portuguesa na amazônia ja era bastante acentuada,oque se consolidou definitivamente com a assinatura do Tratado de Madrid(1750)que revogava o Tratado de Tordesilhas e colocava Amazônia sobre o total dominio lusitano.Entretanto,não podemos esquecer que foi ainda durante a união iberica que os Portugueses no dia 12 de janeiro de 1616 fundaram a cidade de Nossa Senhora de Belém.Foi organizada uma esquadra comandada por Francisco Caldeira Castelo Branco que com seus companheiros adentrou na Baía do Guajara e para defender o territorio dos inimigos holandeses e ingleses fundou um forte que a principio ficou conhecido como forte do Presépio e depois foi chamado de forte do Castélo iniciando oque viria ser a cidade de Bélem do Grão Pará.Por questões estratégicas houve a proposta de mudar a localização da cidade duas vezes,uma para a Baía do sol,hoje região de Mosqueiro,e a outra para ilha de Joanes,região do Marajó,mas essas mudanças nunca se consolidaram
sábado, 14 de abril de 2012
É BOM SABER:
Mediante
a acentuada onda de invasões bárbaras na alta idade media, tornou-se comum a
prática de alguns reis, principalmente da dinastia carolíngia, distribuir
terras a nobres e outros indivíduos como recompensa por qualquer serviço
prestado ao reino. Esta prática acabou dando origem a um grupo de grandes
proprietários de terras que estabeleciam laços de fidelidades com o rei. Neste
pacto de fidelidade, entre o rei (suserano) e seus súditos (vassalos) existia
uma serie de direitos e deveres. Os vassalos recebiam proteção, auxilio
político e econômico e todos os tipos de benefícios do rei; enquanto este,
quanto mais vassalos possuísse, mais favores lhe eram prestados.
A
partir dos séculos VIII e IX, mediante as novas ondas de invasões bárbaras na
Europa, os laços feudo-vassálicos foram se ampliando e os vassalos ganhando
cada vez mais autonomia em relação aos reis.
Os
nobres também passaram a conceder benefícios em troca de ajuda militar,
tornando-se suserano de outros vassalos e configurando uma verdadeira
hierarquia feudo-vassálicos onde o rei era o maior suserano.
O
clima de insegurança também contribuiu para que os vassalos tornarem-se mais
independente do rei, passando a elaborar suas próprias leis que variavam de
região para região de acordo com os costumes e tradições.
Era
o chamado direito consuetudinário que
marcou
o inicio da descentralização do poder das mãos do rei para as mãos dos
senhores feudais.Não podemos esquecer que os laços feudo-vassalicos eram
consolidados através de um ritual,"investidura"ou"homenagem",onde
suserano e vassalo selavam suas obrigações mutuas e fidelidade com um
beijo.Não era raro os laços de vassalagem serem desfeitos quando havia
negligência ou traição de uma das partes ,oque nos revela que estes
laços que ligavam homem a homem não eram indissoluveis,pois muitas vezes
ocorria uma verdadeira anarquia vassalica,onde os vassalos trocavam de
suserano com certa frequência.Desta forma,para evitar as traições alguns
suseranos promoviam oque ficou conhecido como "homenagem lígia"que era
uma especie de homenagem especial,superior as comuns para tentar evitar
que os vassalos privilegiassem alguns senhores em detrimento de outros e
principalmente não quebrassem seus juramentos cumprindo com suas
obrigações.
segunda-feira, 9 de abril de 2012
É BOM SABER:Imediatamente
após a chegada da esquadra de Pedro Álvares Cabral ao Brasil, Pero Vaz de
Caminha, escrivão da frota, descreveu a terra recém-descoberta ao rei de
Portugal, informando-lhe que ainda não sabia se nela havia ouro ou prata.
Desde a informação de Caminha, durante dois séculos,
Portugal viveu a expectativa de encontrar metais preciosos na sua colônia.
Somente nos últimos anos do século XVII, o ouro foi
descoberto,em grande quantidade na região das Minas Gerais. Pouco
tempo depois, descobriu-se o metal também em Goiás e Mato Grosso.
As descobertas foram resultado da ação das Bandeiras
Paulistas, expedições compostas por brancos, índios e toda a categoria de individuos que viviam pelos Sertões
desconhecidos à procura de metais preciosos. As bandeiras contavam com o
incentivo da Coroa Portuguesa e de particulares que geralmente eram paulistas ou portugueses que utilizavam recursos próprios para patrocinar essas jornadas em busca dos tão desejados metais que naquele momento, tinham um interesse ainda
maior para a metrópole lusitana
As tentativas de Portugal de montar uma outra área
produtora com um gênero agrícola diferente do açúcar tornou-se inviável nas
últimas décadas do século XVII, em razão da concorrência no mercado de grandes
quantidades de produtos tropicais oriundos das colônias Inglesas e Francesas, o
que consequentemente transformou o inicial desejo pelo ouro em uma grande
necessidade para os nossos patricios.
terça-feira, 3 de abril de 2012
É BOM SABER:Estamos no periodo da semana santa,uma época de grande
importância para a cristandade no mundo todo,portanto nada mais
apropriado que buscar saber um pouco mais sobre Jerusalém,tentar
responder a algumas perguntas como: porque esta cidade foi palco de
tantos conflitos no passado e ainda no presente? porque ficou conhecida
históricamente como "terra santa"?.Primeiramente devemos entender que
mesmo em temos muito remotos o território onde hoje localiza-se a
"cidade antiga"já era palco de muitos conflitos sendo dominado por
Egípcios,Filisteus,Sírios,Macêdonios,persas e Romanos.Entretando,foi
durante o periodo medieval(entre o final do século XI e o final do
século XIII)que as batalhas se acentuaram na disputa por jerusalém
envolvendo cristão,judeus e principalmente mulçumanos.Para estes três
povos de caracteristicas religiosas monoteistas o sólo de jerusalém
apresentava e ainda apresenta, um carater sagrado.Para os cristãos é um
lugar de peregrinação,onde fica o santo sepulcro e os lugres por onde jesus andou e tocou.Para os judeus Jerusalém foi eleita por Deus e representa sua aliança com Davi,também e o local onde foi construido o templo do rei Salomão.Para os mulçumanos foi o local de onde o profeta Maomé foi conduzido pelo Anjo Gabriel e também onde foram construidas inumeras Mesquitas,que são templos de grande importância para os Islâmicos.Foram travadas sangrentas batallhas por quase duzentos anos,onde homens,mulheres,crianças e idosos morreram.Jerusalém foi destruida e reconstruida pelo menos duas vezes e ainda hoje é palco de conflitos marcados por varios fatores de ordem política e economica,mas principalmente pela intolerância religiosa.Hoje Jerusalém apresenta ao mundo toda sua modernidade sem apagar seu passado histórico,mas infelizmente a paz entre os principais povos que ocupam esta região ainda é um sonho distante
domingo, 1 de abril de 2012
sexta-feira, 30 de março de 2012
É BOM SABER:
Quando
falamos de religiosidade no Brasil colonial não podemos ficar restritos a uma
analise do Catolicismo. Pois a historiografia atual nos revela que neste
período de nossa história, houve varias manifestações de outros credos
realizados pelos mais diversos segmentos sociais, nos revelando uma sociedade
colonial bastante heterogênea em termos culturais, e que contribuiu
consideravelmente para a nosso formação cultural e religiosa através de uma
mistura de costumes,valores e rituais que ficou costumeiramente conhecida como
“Sincretismo Religioso”. Portanto é de fundamental importância para os nossos
estudos analisarmos como ocorreu essa mistura de credos e costumes, assim como,
buscar uma analise mas específica de como se desenvolveu cada uma dessas manifestações religiosas dentro dos
Trópicos,pois somos frutos de uma cultura sincretica que se configurou ao longo dos séculos,somos produto de relações fisicas e psíquicas que se estabeleceram no calor do pojeto colonial,somos filhos e filhas de europeus,aborigenes e africanos que permearam suas relações com amor e odio,somos cria de nossos proprios eventos históricos,somos consequência do entrelaçamento de matrizes humanas.somos o povo brasileiro!
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